maxresdefault 300x169 - Curtíssimas desta segunda-feira (19) - Com Jorge Quadros
Uma nuvem negra e muito espessa está assustando o ‘ninho do Jacaré’.

CAIU

Na tarde de sábado (17) a ponte do rio ‘Potiritá’, não aguentou a força das águas e caiu causando grandes preocupações para moradores das comunidades rurais da região e também para a administração municipal de Paragominas que vai ter que montar uma força tarefa para que outra ponte seja construída em caráter de emergência.

IMAGENS

O empresário Achilles, que tem um restaurante à margem do Rio Capim, e que precisa passar pela ponte quase diariamente, como todos das comunidades, fez imagens do que sobrou da ponte e publicou nas redes sociais. Imediatamente este jornalista entrou em contato com o prefeito Paulo Tocantins que confirmou que havia conversado com o empresário e com algumas pessoas para que o trabalho para a construção da nova ponte seja iniciado logo.

DÚVIDAS

Quando perguntado ao prefeito porque não tomou medidas emergenciais antes que a ponte desabasse, a explicação foi lógica: “Todo gasto de verba pública que ultrapasse o valor determinado em lei precisa de licitação. Como a ponte estava ainda dando condições de trafegabilidade, não tínhamos como recorrer à dispensa de licitação. Agora é diferente, como a ponte desabou, utilizaremos, como disse, as prerrogativas da lei e faremos uma obra com dispensa de licitação justificando a necessidade desse gasto ao Tribunal de Contas. Infelizmente é a lei”, disse o prefeito.

GREVE

Os professores da rede municipal de Ensino de Paragominas se reuniram na tarde de sábado (17) na sede da Umamp e decidiram por continuar com a greve que já chega à um mês. Alguns itens da pauta aprovados em assembleia geral que deflagrou a greve ainda não foram acordados com a gestão municipal.

MP

Tomamos conhecimento que dias atrás o Ministério Público assumiu a condição de mediador de uma reunião entre o comando de greve e a gestão municipal e, depois de um entrevero, entre um dos membros dos grevistas, todos foram convidados a se ‘retirarem’ da sala dos promotores. A situação ficou crítica. E a greve continua.

VOLTARAM

No entanto, alguns profissionais da educação já voltaram a trabalhar. Algumas escolas estão funcionando sob os protestos de quem quer continuar tentando um acordo com o prefeito Paulo Tocantins.

SALÁRIO

É importante ressaltar que o mês de férias (julho) dos alunos da rede pública municipal está totalmente comprometido. E isso está deixando alguns pais irritados pois já haviam se comprometido em viajar com a família para curtirem as praias, sítios, fazendas, enfim.

JUSTIÇA

Como não há consenso entre as partes, é possível que esta celeuma seja decidida na justiça. Porém, pelo que tomamos conhecimento através de alguns amigos professores, ninguém vai ‘arredar pé’ até que haja contemplação da pauta sugerida.

TUTELAR

O deputado estadual Sidney Rosa (PSB) conseguiu através de verba parlamentar um veiculo para o Conselho Tutelar de Paragominas. A entrega do carro acontece amanhã (20) no Hangar – Centro de Convenções, às 15 horas. Em Belém.

CONCORRÊNCIA

Está de ‘vento em pôpa’ e em fase de acabamento o prédio das Lojas Americanas em Paragominas. O que vai acontecer? Pelo menos o que está no script é que quanto mais ‘cabra mais cabrito’, ou seja, quanto mais loja deste porte com produtos de qualidade e preço menor, a possibilidade de outros empresários em ‘baratear’ seus produtos é enorme.

EMPATOU

O Paragominas Futebol Clube empatou com o Independente de Tucuruí em partida válida pelo Campeonato Paraense de Futebol Profissional e isso causou um estrago danado no setor administrativo do clube. O técnico Cacaio perdeu o cargo, a torcida quis bater no juiz, o time corre sério risco de rebaixamento, os jogadores estão desmotivados, o salário de janeiro ainda não foi pago, enfim. Uma nuvem espessa e negra paira sobre o ninho do Jacaré.

CANDIDATO?

Não, o prefeito Paulinho Tocantins (PSDB) não será candidato à deputado estadual conforme algumas pessoas chegaram à comentar. O propósito do gestor é terminar seu mandato para o qual foi eleito e, somente depois, é que pensará se seguirá ou não carreira política em nível estadual.

 

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