0d2bc304 f023 4512 926f 9e71864d9a39 300x149 - Emater e Rural Sustentável discutem ações do projeto no estado
FOTO: ASCOM / EMATER

Técnicos das áreas de planejamento e de operações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará) e do Projeto Rural Sustentável (PRS) se reuniram, nesta quarta-feira (4), em Marituba, para discutir e ajustar estratégias de ampliação das ações do Programa. Estiverem presentes Mariana Vilar, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Coordenadora dos Biomas Amazônia e Mata Atlântica do Projeto; Luís Tadeu Assad, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS), e Lucas Eugênio Barbosa, do Comitê Técnico Estadual (CTE).

A Empresa tem duas formas de participação no PRS, uma com representatividade no próprio CTE, e outra como executora no campo, atuando na área de transferência de tecnologias de baixo carbono apoiadas pelo Projeto, com técnicas de produção e conservação sustentável, por meio dos Agentes de Assistência Técnica do Rural Sustentável (Atec’s), nos municípios de Dom Eliseu, Ipixuna, Marabá, Medicilândia, Paragominas, Rondon do Pará, Santana do Araguaia, Tailândia, Tomé-Açu e Tucumã.

A abertura da reunião foi feita pelo diretor técnico Rosival Possidônio. A apresentação resumida da atuação da empresa no programa foi feita pelo engenheiro agrônomo Raimundo Ribeiro.

No Pará, existem seis Atecs com cadastros aprovados, seis com cadastros em andamento e 21 novos cadastrados. Foram identificadas 35 propriedades que servem como Unidades Demonstrativas (UD’s), para realização de Dias de Campo, e o Projeto já realizou 18 Dias de Campo, com participação de 485 produtores que já adotam uma ou mais tecnologia de baixa emissão de carbono apoiadas pelo Projeto, como, por exemplo, o Manejo Sustentável de Florestas Nativas ou o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Florestas (ILFP).

“O foco do projeto é ampliar as Unidades Multiplicadoras (UM’s)”, destacou Assad. E para isso o Projeto realiza constantes chamadas públicas a produtores com até R$1.500 por hectare de tecnologia implantada.

O PRS tem como objetivo melhorar a gestão da terra e das florestas por agricultores nos biomas para o desenvolvimento rural sustentável, com redução da pobreza, conservação da biodiversidade e proteção do clima; além de promoção e implantação de um projeto de grande escala que possa contribuir para o desenvolvimento do Plano de Agricultura de Baixo Carbono (Plano ABC), através do fomento de implantação de tecnologias em propriedades rurais.

Dentre os encaminhamentos, o grupo delineou um encontro geral, em Belém, com a participação de todos os parceiros do Projeto, a fim de qualificar melhor o processo de acompanhamento, customizar alguns outros processos envolventes, dentre outras necessidades.

Agência Pará – Por Edna Moura

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here