N.Y. finalizou a sexta-feira em baixa, posição março oscilou entre a máxima +0,55 pontos e mínima de -1,75 pts, e fechou com -0,40 pts, acumulando na semana +2,25 pts.

O dólar comercial fechou em alta de 0,15%, cotado a R$ 3,7150. A moeda norte-americana termina a semana estável, com leve desvalorização de 0,01%. O mercado afetado por declarações do presidente do Fed (Federal Reserve), Jerome Powell. Ele disse que não existe plano para a trajetória futura dos juros nos EUA, o que causa incerteza sobre o aumento das taxas neste ano.

Havia expectativa de avanços nas negociações entre EUA e China para chegar a um acordo que encerre a guerra comercial entre os países, após uma rodada de conversas. Autoridades norte-americanas esperam que o principal negociador chinês visite Washington neste mês. No Brasil, os investidores acompanhavam o noticiário sobre as negociações do governo para suas propostas de ajuste das contas públicas. O novo comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, defendeu que a categoria fique fora da reforma da Previdência, o que poderia comprometer a economia de recursos com a reforma.

A Organização Internacional do Café (OIC) previu hoje que a safra 2018/19 será a segunda consecutiva a registrar superávit de oferta da commodity. Pelos cálculos da entidade que tem sede em Londres, a produção global será de 167,47 milhões de sacas e o consumo, de 165,18 milhões de sacas. Com a perspectiva de crescimento mais forte do que a demanda, o superávit para 2018/19 foi estimado em 2,29 milhões de sacas, cerca de 1 milhão de sacas a menos que em 2017/18. Em outubro, a instituição aumentou sua estimativa para 3,28 milhões de sacas em 2017/18. “Embora o excedente deva diminuir em 2018/19, dois anos de superávit pesarão fortemente sobre os preços no futuro próximo”, considerou a OIC em seu relatório mensal.

De outubro de 2017 a setembro de 2018, a produção mundial de café foi revista para cima em 1,5 milhão de sacas, para 164,99 milhões de sacas. A oferta global da commodity estimada atualmente para 2018/19 é, portanto, 1,5% maior do que a do ciclo anterior. A produção de arábica é calculada em 104,01 milhões de sacas, uma alta de 2,5%. A de robusta está prevista em 63,5 milhões de sacas, uma queda de apenas 0,1% em relação a 2017/18. Para a oferta da África e da América do Sul, a OIC espera um aumento de 1,8%, para 17,8 milhões de sacas, e de 4,3%, para 79,94 milhões de sacas, respectivamente. No caso da Ásia e Oceania, é estimada em queda de 2,1% da produção, para 48,01 milhões de sacas, enquanto a da América Central deve cair 0,5%, para 21,72 milhões de sacas.

 

Fonte: Agrolink / Por: MELLÃO MARTINI NEGÓCIOS EM CAFÉ

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