Quem ganhava salário mínimo em Belém e gastava, em média, R$ 66,27 com botijão de gás tinha um impacto de 6,95% no orçamento

Já está em vigor o reajuste de 8,5%, na refinaria, do preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg. Esse aumento foi autorizado pela Petrobras na segunda-feira (5) e é o 2º do ano para o produto. O primeiro, de 4,4%, ocorreu em 5 de julho.

De acordo com estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) com base em dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em Belém, o preço médio do botijão de 13 kg era, até o final de semana passado, de R$ 66,27 com os preços oscilando entre R$ 65 e R$ 80.

Ainda segundo o Dieese/PA, o gás mais caro foi encontrado em Xinguara, no sudeste do Estado, com o produto custando, em média, R$ 95. Em seguida aparece Paragominas, com R$ 93,33, com o menor preço a R$ 92 e o maior a R$ 96. Até a semana passada quem ganhava um salário mínimo na capital e gastava, em média, cerca de R$ 66,27 no consumo por mês de um botijão de gás tinha um impacto de 6,95%.

Se este reajuste de 8,5% na refinaria for repassado integralmente ao consumidor final a tendência é de um impacto maior no orçamento de todos. Outro fator preocupante é com os impactos no preço da alimentação fora de casa.

PREÇOS DO GÁS EM OUTROS MUNICÍPIOS

– Altamira: preço médio encontrado foi de R$ 90,63, com o menor preço de R$ 87 e o maior, R$ 94
– Redenção: preço de R$ 90 (valor único)
– Itaituba: preço médio de R$ 87,60, com o menor valor a R$ 84 e o maior a R$ 92
– Conceição do Araguaia: preço médio de R$ 87,50, com o menor preço a R$ 80 e o maior a R$ 90
– Marabá: preço médio a R$ 84,29, com menor preço a R$ 80 e o maior a R$ 85

(Diário do Pará)

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