A grande maioria das crianças alemãs na faixa dos 4 aos 13 anos de idade lê livros ou revistas impressos várias vezes por semana, aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (7).

O levantamento indica que 70% preferem ler publicações impressas. Entre crianças alemãs, dispositivos eletrônicos para leitura ficam em segundo plano.

As crianças seguem utilizando tanto mídias analógicas quanto digitais. Segundo as seis editoras e empresas de mídia envolvidas no estudo, os jovens são “inteligentes o suficiente para lidar com ambos os mundos”.

De acordo com a pesquisa, atividades recreativas como passar tempo com amigos e brincar ao ar livre ainda têm uma grande importância para a maioria das crianças na faixa etária analisada.

Ao mesmo tempo, quanto mais velhas as crianças, maior papel desempenham atividades digitais, consideradas importantes por 71% dos entrevistados de 13 anos e por apenas 7% dos de quatro anos.

Segundo o levantamento, dispositivos eletrônicos substituem brinquedos tradicionais a partir dos 13 anos: 92% dos jovens dessa idade têm um smartphone, 55%, um computador, e 26%, um tablet.

Eletrônicos estão no topo da lista de desejos de grande parte das crianças. Para 41%, um celular ou smartphone ocupa a primeira posição, seguido por jogos digitais (33%) e tablets (32%). No entanto, brinquedos convencionais, como bonecas, bichos de pelúcia, bicicletas, jogos de tabuleiro e quebra-cabeças, também integram a lista.

Enquanto, para a leitura, a maioria prefere mídia impressa, no campo do audiovisual, serviços de streaming ou de vídeo ficam cada vez mais interessantes à medida que as crianças crescem.

Dos entrevistados de 13 anos de idade, 35% disseram acessar Youtube, Vimeo e outras plataformas de vídeo gratuitas diversas vezes por semana, para assistir a filmes, séries e programas de televisão. Ao mesmo tempo, as crianças continuam usando aparelhos de TV convencionais.

Para o estudo, as editoras Gruner+Jahr, Panini, Spiegel e Zeit, assim como as empresas de mídia Blue Ocean Entertainment e Egmont Ehapa Media entrevistaram cerca de 3.300 meninas e meninos na Alemanha.

g1.

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