Secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, estimou esse prazo

Marinho comentou ainda que, na sua opinião, 10 sessões da comissão especial seriam suficientes – o mínimo pelo regimento são 11 sessões – mas que isso também será definido pelo Congresso Nacional.

“A discussão na Comissão Especial tem que ser de mérito, a pauta econômica aguarda aprovação da reforma para ir ao Congresso Nacional”, afirmou o secretário. “A sociedade espera que haja amadurecimento da nossa classe política e que façamos ajuste fiscal.”

Para ele, tanto a percepção da população quanto dos parlamentares mudou em relação à necessidade da reforma da Previdência. “A postura do Congresso agora é propositiva, o clima é de colaboração.”

Marinho voltou a dizer que defenderá no parlamento a integralidade da reforma e pediu que a oposição não faça “oposição por fazer”. “Chegou a hora da oposição falar qual é seu projeto”, completou.

Ele repetiu que, apesar de todos serem impactados com a reforma, o efeito é menor para os mais pobres. “Quem tem mais, paga mais ”

Portal Roma News / Com informações do Estadão.

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