Segundo relatos, uma discussão começou quando o médico identificado por Marcelo Mota Huhn, se recusou a entregar o diário de alta do paciente Orlando Souza Ferreira, e também insultou Edson de palhaço.

De acordo com a família do senhor Orlando, ele precisou ser internado no hospital com um quadro de infecção generalizada, onde ficou por quatro dias. Mas a falta de assepsia dos visitantes que circulam livremente pelo hospital, principalemente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), preocuparam eles, já que o paciente estava fragilizado e corria risco de pegar algum tipo de infecção no local.

“Meu pai é renal crônico e faz hemodiálise na Cehmo. Semana passada, ele estava debilitado e a médica dele solicitou a internação na UTI do hospital Camilo Salgado. Apesar de nós familiares não gostarmos desse hospital, não tínhamos opção, pois ele precisava de UTI. Nos dias que ele permaneceu lá, observamos toda a negligência do hospital, a começar a maneira que os visitantes entram lá sem o uso de aventais, luvas e máscaras, sendo que pacientes estão frágeis lá, inclusive meu pai, que internou devido uma infecção”, disse Gehisa da Silva, filha do paciente.

boletim 01 05 2019 11 54 22 - Família denuncia descaso do Hospital Camilo Salgado e negligência de médico

Um Boletim de Ocorrência foi registrado pela família do paciente. Foto: Reprodução

Ela conta também que, a assepsia do pai foi feita apenas uma vez, durante os quatro dias em que o pai ficou internado e para um paciente que está com infecção é inadmissível acontecer isso, afirmou Gehisa.

Segundo a família, o médico estava visilvelmente alterado e agressivo e ainda tentou partir para cima de Jefferson, só não agrediu o rapaz porque os funcionários conseguiram contê-lo.

Ainda segundo a denúncia, o paciente não passou por nenhuma avaliação para receber alta e um técnico de enfermagem foi quem deu liberou o mesmo.

“Ele abriu a porta da UTI e disse: pronto, seu pai está liberado! Agora imagina, um paciente que estava na UTI, tinha que ir primeiramente pra enfermaria para ficar em observação e não da UTI pra casa”, disse Gehisa.

A redação do DOL solicitou nota ao Hospital Camilo Salgado, mas até o momento não teve resposta.

(DOL)

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