Após vários anos como policial militar, Jorge conta que o episódio foi um pouco inusitado. “Já passei por situações semelhantes, mas com criança foi a primeira vez”, ressalta o sargento.

O sargento relata que viu um carro descontrolado e até achou que fosse assalto, mas depois desceram pessoas gritando e chorando. Os pais gritavam que a criança tinha morrido, porque Maria tinha parado de respirar após se engasgar. “Eles diziam: Socorro, socorro, minha filha está morta! A mãe estava desesperada e eu prontamente chequei e vi que os sinais vitais estavam muito baixos e disse para a família que iria reanimá-la”, lembra.

Jorge não pensou duas vezes e fez os primeiros socorros. “Fiz massagem cardíaca três vezes. A primeira não consegui, fiz a segunda e na terceira ela voltou”. Após os primeiros procedimentos, a criança e a avó, que estavam com um princípio de parada cardiorrespiratória, foram encaminhadas para a Unidade de Saúde de Santa Bárbara.

Depois do desespero, o sargento se sente realizado na profissão em que escolheu. “Me sinto muito feliz. Isso foi um trabalho não só meu, mas de toda a equipe. Fico muito feliz! Para mim, a felicidade toda é de ter prestado socorro e ter deixado Maria viva”, declara.

Portal Roma News

 

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