AFP / Logan Cyrus Funeral do pastor americano Billy Graham em Charlotte, nos Estados Unidos, em 2 de março de 2018

Ao menos 2.000 pessoas, incluindo o presidente Donald Trump e o vice-presidente Mike Pence, compareceram nesta sexta-feira ao funeral do pastor americano Billy Graham, confidente de vários mandatários e figura do protestantismo evangélico que morreu em 21 de fevereiro.

A cerimônia privada para dizer adeus ao “pastor dos Estados Unidos” foi realizada perto da biblioteca Billy Graham, propriedade da família em Charlotte, Carolina do Norte (sudeste).

“Os maiores desejos do meu pai foram-lhe concedidos. Está na presença de Deus”, disse seu filho Franklin Graham, um dos familiares que falou no funeral.

“Foi o desejo explícito de Billy Graham que seu funeral ilustrasse e reafirmasse a mensagem do evangelho que pregou durante mais de 60 anos”, declarou Mark DeMoss, porta-voz da Associação Evangélica Billy Graham, no site da organização.

Graham morreu aos 99 anos. Durante sua longa carreira, promoveu o renascimento do movimento evangélico, especialmente ao se tornar um pioneiro do chamado “televangelismo”.

O presidente elogiou na quarta-feira, em uma homenagem nacional, um “embaixador de Cristo que lembrou ao mundo o poder da oração e o dom da graça de Deus”, na presença de grande parte dos 535 representantes do Congresso e familiares de Graham.

Trump foi o único dos seis presidentes americanos vivos que compareceu ao funeral, embora todos tenham manifestado suas condolências, e não pronunciou nenhum discurso mas cantou os hinos da cerimônia, entre eles “To God Be The Glory” (A Deus seja a glória).

O caixão deste interlocutor de presidentes americanos, de Harry Truman a Barack Obama, foi exibido sob a cúpula do Capitólio em Washington durante dois dias, uma homenagem normalmente reservada a presidentes e altos funcionários políticos ou militares.

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