Comissão visitou local e ouviu empresa responsável pelo aterro e moradores da região vizinha ao lixão. Deputados afirmaram que recursos Estaduais e Federais devem ser usados para diminuir impactos sociais e ambientais ligados ao fechamento do aterro.

bdp 2208 aterro frame 300x209 - Há 45 dias do fechamento do aterro de Marituba, não há solução para destinação do lixo da Grande Belém
Foto: Reprodução/TV Liberal

Prestes a ser fechado, Aterro Sanitário de Marituba foi visitado nesta sexta-feira (12) por uma comissão formada por deputados, vereadores e integrantes de várias instâncias do poder público. Localizado na Região Metropolitana de Belém, ele recebe o lixo residencial das cidades de Belém, Ananindeua e Marituba e deve ser fechado em cerca de 45 dias, ou seja, até o final do mês de maio.

A comissão está em busca por soluções para a destinação de resíduos sólidos no local, que teve seu fechamento anunciado para o fim do mês de maio. O maior problema é obter recursos para que o lixo existente no local receba a destinação adequada. Sobre isso, “estamos buscando soluções temporárias e definitivas, de modo que podemos conseguir recursos em duas fontes. Primeiro, o Orçamento da União, onde a bancada está unida em conseguir recursos para atividades técnicas, e também o Fundo Amazônico”, que é estadual, revelou o deputado federal, Edmilson Rodrigues.

Durante a visita, a empresa que administra o aterro apresentou dados e moradores que vivem em áreas próximas também foram ouvidos por deputados, vereadores, prefeitos e secretários municipais e estaduais.

Na visita, também foi debatido como melhorar as condições de saúde e qualidade de vida de quem se tornou vizinho do Aterro Sanitário. “É óbvio que ninguém quer um aterro próximo de sua casa, mas existem técnicas disponíveis para que se diminua o impacto do odor que exala desse equipamento, e temos que buscar essas condições, para que não prejudique a comunidade ao seu redor”, afirmou o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, José Mauro Ó de Almeida.

Fonte: G1 PA

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