Falta de coletes salva-vidas representa risco para passageiros “extras” e é crime, de acordo com a Promotoria de Justiça local.

foto embarcacao1 - Homem é preso por permitir superlotação em barco que navegava no Marajó
Falta de coletes salva-vidas pode ser fatal em caso de naufrágio. — Foto: Divulgação / MPPA

Se nesta terça-feira (2) a embarcação CLICIA XIII naufragasse na região do Marajó, 14 pessoas poderiam morrer. É que o navio com capacidade para 94 passageiros levava 108 pessoas no trecho entre as cidades de Breves e Melgaço. O risco trazido pela superlotação foi o motivo da prisão em flagrante do responsável pela embarcação

À pedida da Promotoria de Justiça do município, o navio que levava adultos e várias crianças foi fiscalizado ao atracar no porto de Melgaço, cidade localizada na Ilha do Marajó.

A promotora de Justiça da região, Vanessa Galvão Herculano, reforça que transportar o número de pessoas em embarcações além do permitido é infração gravíssima, por ser um risco que pode se tornar letal para os passageiros.

“Essa situação de embarcações com superlotações não pode ser tolerada, tendo em vista o risco que oferece aos passageiros. A prevenção e repressão a esse tipo de delito mostra-se fundamental para se evitar tragédias como a que ocorreu com o navio Capitão Ribeiro, que afundou em Porto de Moz”, destacou a promotora de Justiça.

Fonte: G1 PA

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