Grupos criminosos agiam em Ananindeua e um deles atuava em Marituba, desde o ano passado

MILI3 - Segup confirma nomes dos nove policiais militares presos na Operação Anonymous
Armas apreendidas na operação (Polícia Civil)

Após a divulgação de que policiais militares foram presos na Operação Anonymous nesta segunda-feira (18), a Secretaria de Segurança Pública do Estado (Segup) confirmou o nome dos nove policiais militares presos e um civil (este não era um policial). Segundo o delegado geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira, eles fariam parte de três organizações criminosas distintas que atuavam na Grande Belém.

Dois grupos agiam em Ananindeua e um deles atuava em Marituba, desde o ano passado. Esses grupos estariam envolvidos com a prática de seis execuções e emissão de informações privilegiadas. São eles:

– Adailton Carlos Nascimento – 30° BPM/1ª CIA

– Arthur Rinaldo Cordeiro dos Santos – 21° BPM /3ª CIA

– Érika Pantoja Carneiro da Silva – Diretoria de Pessoal

– Gelienton Guimarães Dantas – 21° BPM/3ª CIA

– Geraldo Palheta da Silva Júnior – um civil, segundo a Segup, que seguiu para um presídio comum

– Jefferson Figueiredo de Menezes – 29° BPM/1ª CIA

– Leonardo Machado Santos – 5° BPM

– Mário Fernandes Rocha Soares – 30° BPM

– Mario Humberto Vulcão Gama Júnior – 20° BPM/2ª CIA

– Rafael Lima do Amaral – 21° BPM – 3ª CIA

GRUPOS CRIMINOSOS 

O delegado-geral  Alberto Teixeira frisou que a operação foi deflagrada para fazer frente a grupos de criminosos que realizavam homicídios na cidade.

“Desde o início das investigações, as Polícia Civil e Militar estão juntas e alguns policiais militares foram presos. Na semana passada tivermos que cortar nossa ‘própria carne’ com a prisão de dois policiais civis. A criminalidade feita pelos nossos integrantes não pode ficar à margem e vamos agir com rigor para que todos sejam responsabilizados, porque ninguém está acima da lei”, disse o delegado-geral.

A Segup ainda não admite, porque a investigação ainda está em curso, mas as características das associações criminosas e suas atuações têm similaridades à ação de milícias na Grande Belém.

Fonte: oliberal.com

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