O julgamento entrou em pauta após a publicação de reportagens pelo site Intercept que mostram uma suposta colaboração do hoje ministro da Justiça, Sergio Moro, então juiz responsável pela Lava Jato em Curitiba, e o coordenador da operação no Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol.

A alegada troca de mensagens entre Moro e Dallagnol –que o site disse ter obtido de uma fonte anônima– aponta para conversas que supostamente indicariam que o ex-juiz teria orientado investigações dos procuradores envolvendo Lula. Moro e os procuradores negaram direcionamento e alegam que as supostas conversas foram obtidas de forma criminosa.

A Segunda Turma do STF incluiu na pauta de julgamento um recurso da defesa do ex-presidente que questionava uma decisão do ano passado do ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no processo do tríplex do Guarujá (SP). Moro foi o responsável pela condenação de Lula em primeira instância nesse processo, abrindo caminho para a prisão do petista.

Inicialmente, esse recurso começou a ser apreciado pelo plenário virtual da Segunda Turma –quando os ministros votam de maneira remota por meio de um sistema eletrônico–, mas o julgamento fora interrompido por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Agora, o recurso de Lula deverá ser retomado para análise dos ministros no plenário físico.

Fonte: Uol

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