A rotina está minando o nosso desejo (e frequência) sexual. Veja como fugir dessa armadilha!

 

desejo sexual - Tesão estressado

Sexo? A bateria descarregou. Ainda não se tem notícia de humanos feitos de aço, com botão liga-desliga e entrada USB. O lazer ficou lááááá embaixo na lista de prioridades – e isso inclui ler um livro, ir ao cinema, jogar futebol com os amigos etc. Estamos exaustos física e mentalmente, tentando sobreviver ao dia a dia. Ah, mas nada melhor que transar pra dar uma relaxada, certo? Certo. Só que muitas vezes o problema é a falta de vontade, disposição e tempo. Requisitos básicos!

Nosso organismo precisa de concentração + estímulos pra sentir tesão e reagir provocando ereção ou lubrificação – sinais de que o corpo tá pronto pro sexo. Do contrário, a gente vira pro lado e dorme mesmo. Quando o casal percebe, a frequência sexual caiu de uma vez por semana pra uma por mês. Quanto menos sexo fazemos, menos queremos fazer. Porque a gente esquece / minimiza como é gostoso e vai se distanciando do outro. Bem-estar sexual é um dos pilares da qualidade de vida, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A libido pode sofrer interferências de vários fatores: hormônios, problemas de saúde, medicamentos, cansaço, questões emocionais como ansiedade e depressão… Em geral, quando o grande culpado é o estresse, o desejo sexual não diminui apenas em relação ao parceiro (a). Por exemplo, a pessoa deixa de se masturbar e alimentar o próprio erotismo (como ler contos eróticos e assistir vídeos pornôs). E o cérebro precisa desses estímulos / memórias pra te “reascender”. Nem sempre o tesão cai do céu e o sexo não precisa ser espontâneo. Especialmente numa rotina estressante e num relacionamento longo.

Podemos dar um empurrãozinho. Talvez uma vez por semana preparar um ambiente – e um estado mental – convidativo. Que seja um jantar em casa mesmo, sem tv ligada nem celular por perto, depois que a crianças dormirem ou forem pros avós. Que seja beijar na boca (de língua) quando outro não estiver esperando e propor uma massagem. Que seja botar uma lingerie nova e partir para o motel. Achamos natural investir tempo, esforço e dinheiro pra melhorar vários aspectos da vida (de academia à pós-graduação). Por que não no sexo?

Por: NATHALIA ZIEMKIEWICZ

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