O produtor é o responsável pela vacinação, e tem até o dia 15 de dezembro para fazer a comunicação da vacina aos escritórios da agência. O cadastro deve ser atualizado também pelo produtor que não possui rebanho na faixa etária de 0 a 24 meses, sob pena de também ficar inadimplente.

A agência ressalta contudo, que o arquipélago do Marajó e os municípios de Faro e Terra Santa possuem etapas específicas de vacinação.

“A Adepará fiscalizará propriedades rurais com o objetivo de fazer vigilâncias epidemiológicas e também para certificar a vacinação, acompanhando a vacinação de todo ou uma parte do rebanho. Isso faz parte da meta do Programa nacional de Erradicação da Febre Aftosa e devemos fiscalizar, aproximadamente 2.445 propriedades nos 128 municípios participantes desta etapa.” explica George Francisco Santos, gerente do Programa de Erradicação da Febre Aftosa no Pará.

Livre da aftosa

O Pará é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como Estado livre da febre aftosa com vacinação desde 2014. O Estado caminha para se tornar área livre da doença sem vacinação até 2020.

O status de livre da aftosa sem vacinação vai permitir que o recurso, que antes era gasto com as etapas de vacinação, seja utilizado em fiscalização e controle, em uma proporção muito maior. O rebanho do Pará é o quinto maior do Brasil, com mais de 21 milhões de cabeças, com 110 mil produtores e pecuaristas cadastrados na Adepará.

Por G1 PA — Belém

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