Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, morreu por causa de meningite na sexta-feira. Movimento de apoiadores cresceu durante a manhã

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Poucos militantes estiveram no velório do neto de Lula. Foto: Fabiola Perez/R7

O sigilo imposto pela Justiça para transportar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de Curitiba, onde cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro, e São Paulo, para acompanhar o velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, deu resultados parciais.

O movimento em frente ao cemitério, em São Bernardo do Campo, onde ocorre o velório do menino, começou calmo na manhã do sábado (2), mas se intensificou depois das 10h, quando cerca de 100 apoiadores passaram a aguardar a chegada do ex-presidente.

A Polícia Militar de São Paulo fez um esquema especial de segurança antes da chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao velório do neto Arthur. Ao todo, seis PMs armados estão na capela onde o corpo do menino está sendo velado. Além disso, mais de dez viaturas estão no entorno do local e uma barreira feita na entrada do cemitério causou incômodo à família de Lula.

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Ex-presidente Lula foi levado de Curitiba a SP em avião do governo do Paraná Foto: Valquir Aureliano/Photopress/Estadão Conteúdo

Transporte até o cemitério

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a superintendência da Polícia Federal em Curitiba por volta das 7h deste sábado (2) rumo a São Bernardo, onde participa do funeral de seu neto Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica.

Segundo advogados petistas, Lula deixou a sede da PF em Curitiba onde cumpre pena, em um helicóptero da Polícia Civil do Paraná. Pouco depois ele embarcou no avião oficial do governo do Paraná no aeroporto Bacacheri, de onde seguiria para Congonhas, em São Paulo. De lá, Lula embarcou em outro helicóptero da PF em direção a São Bernardo.

Velório e cremação

A cremação de Arthur está marcada para 12h no cemitério Parque da Colina, onde também foi cremada a avó do garoto, Marisa Letícia, morta em 2017.

Durante a noite de sexta-feira (1º) e a madrugada deste sábado, parentes, amigos da família e aliados de Lula estiveram no local para prestar solidariedade à família.

O clima no velório era de profunda tristeza. Sandro, filho caçula de Lula e pai de Arthur, chorava em uma cadeira ao lado do caixão branco do garoto, sob o qual foram postos um par de chuteiras e uma bola de futebol.

Fonte: Fabiola Perez, do R7, com Estadão Conteúdo

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